
Numa festa de aniversário de criança tudo pode acontecer, desde bolo na cara do aniversariante, até a dentadura da tia-avó cair no balde de bebida.
E foi exatamente isso que acanteceu na festa de oito anos de Pedrinho.
Eram três horas da tarde de quinta-feira, o aniversário seria comemorado às cinco, dona Edna corria de um lado para o outro com os preparativos da festa. O bolo ainda não tinha chegado e os salgados estavam esfriando.
Os convidados começaram a chegar. Pedrinho estava impecável vestindo sua melhor roupa – foi uma luta vencida por dona Edna para fazê-lo tomar banho – seu Ricardo estava aflito, o bolo ainda não chegara, não dá pra entupir as crianças de cerveja na hora do parabéns!
Tia Ninota acabara de chegar, entregou o presente a mãe do aniversariante e foi direto à mesa de bebidas onde havia uma tigela de ponche de frutas, fez uma cara feia quando provou e percebeu que era sem álcool.
As crianças correm de um lado para o outro atrás do cachorro. A campanhia toca e o carregador entra no salão trazendo o bolo, ja não era sem tempo!, seu Ricardo fica aliviado, mal sabia que o cachorro corria exatamente na mesma direção do carregador. As crianças, eufóricas, se atropelavam para agarrar o rabo do dito cujo. A cadela espantada derruba o desavisado carregador, que por sua vez derruba o bolo na cabeça do aniversariante. O moleque sai correndo sem ver para onde ia com chocolate dos pés à cabeça. Este, então, esbarra na tia embriagada fazendo sua dentadura mergulhar no ponche que acabara de ser batizado pela própria.
Em contrapartida, o garoto desesperado, mete a cara na parede e cai desmaiado.
Um dia que tinha tudo para dar certo acaba numa sala de hospital, com o aniversariante enfaixado na cabeça, um bolo de padaria comprado a caminho do hospital e duas bexigas penduradas ao pé da cama.
By: Betides P. Souza Neto
E foi exatamente isso que acanteceu na festa de oito anos de Pedrinho.
Eram três horas da tarde de quinta-feira, o aniversário seria comemorado às cinco, dona Edna corria de um lado para o outro com os preparativos da festa. O bolo ainda não tinha chegado e os salgados estavam esfriando.
Os convidados começaram a chegar. Pedrinho estava impecável vestindo sua melhor roupa – foi uma luta vencida por dona Edna para fazê-lo tomar banho – seu Ricardo estava aflito, o bolo ainda não chegara, não dá pra entupir as crianças de cerveja na hora do parabéns!
Tia Ninota acabara de chegar, entregou o presente a mãe do aniversariante e foi direto à mesa de bebidas onde havia uma tigela de ponche de frutas, fez uma cara feia quando provou e percebeu que era sem álcool.
As crianças correm de um lado para o outro atrás do cachorro. A campanhia toca e o carregador entra no salão trazendo o bolo, ja não era sem tempo!, seu Ricardo fica aliviado, mal sabia que o cachorro corria exatamente na mesma direção do carregador. As crianças, eufóricas, se atropelavam para agarrar o rabo do dito cujo. A cadela espantada derruba o desavisado carregador, que por sua vez derruba o bolo na cabeça do aniversariante. O moleque sai correndo sem ver para onde ia com chocolate dos pés à cabeça. Este, então, esbarra na tia embriagada fazendo sua dentadura mergulhar no ponche que acabara de ser batizado pela própria.
Em contrapartida, o garoto desesperado, mete a cara na parede e cai desmaiado.
Um dia que tinha tudo para dar certo acaba numa sala de hospital, com o aniversariante enfaixado na cabeça, um bolo de padaria comprado a caminho do hospital e duas bexigas penduradas ao pé da cama.
By: Betides P. Souza Neto




0 comentários:
Postar um comentário